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Minha escrita azul

Minha escrita azul

29
Ago21

As palavras

Lune

Escrever para mim é transpor sentimentos, emoções e magia. Fazer algo de bom e transmitir isso a alguém. 

As palavras são coisas boas, se forem bem escolhidas, bem escritas.

Adoro palavras e também adoro conversar. É bom conviver com os outros e mais que palavras, são os olhares, algo surpreendente que dizem mil palavras.

As emoções são assim, ricas, marcantes, surpreendentes...

27
Ago21

Sementes boas

Lune

Procuramos caminhos ao longo da vida que nos façam  crescer, aprender e ganhar experiência de vida.

A vida floresce, desabrocha, cresce e multiplica-se como uma flor.

As boas sementes que deixamos nos nossos caminhos mais tarde ou mais cedo, crescem e dão-nos os seus frutos belos e maravilhosos se plantarmos tudo com Amor.

Vale a pena ser bom, ser atencioso, amigável e prestável. A vida depois dá-nos tanto...

Seja feliz e faça alguém feliz, ajudando e apoiando.

 

cascata.jpg

 

 

21
Ago21

Rosas eternas

Lune

Bela flor, é essa a rosa que encontramos num jardim

Vermelhas são excecionais

brancas delicadas 

rosas encantadoras

amarelas parecem ouro ou o lindo sol,

que perfume maravilhoso, que se entrenha dentro de nós.

Lembro-me de roseiras maravilhosas em casas de familiares,

jamais as esqueci, assim são as pessoas que deixam eternas saudades...

 

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20
Ago21

Deus e o Mar

Lune

Mar perto ou longe és tudo para mim.

Deleito-me a ver as tuas ondas, cuido de te olhar com olhos de ver

vejo todos os teus movimentos, e peço a Deus os meus sonhos

Sonho e sonho, peço tanto que eu possa conseguir lá chegar.

Deus atende-me sempre. Como sou grata e amo cada vez mais...

Para mim Deus pode ser o mar, na sua grandeza, na sua beleza enorme, infinita

Se todos amassem mais não haveria tantas guerras, se sonhassem mais com amor...

Sei que um dia tudo isto vai passar e voltaremos a ter as nossas vidas como antigamente.

Eu sei que sim, basta acreditar e aí eu vou dizer a Deus como é grande o seu Amor e que farei tudo para não errrar....

 

ALGARVE 024.JPG

 

16
Ago21

A imagem de Verão

Lune

Chega o dia do inicio das férias.

É a vontade de fazer tudo e não fazer nada.

No Verão queremos o azul do mar ou da piscina

...bebidas frescas e deliciosos gelados...

no Verão é sol quente e para muitos o querido Agosto.

Compramos aquele biquini ou fato de banho, enchemo-nos de creme protector.

Comemos aquele petisco com cerveja gelada.

Dancamos e ouvimos muita música.

Fazemos caminhadas e até corremos uns 5 minutos...ou menos.

Há quem ande de bicicleta e se aventure por trilhos nunca vistos.

Mas a minha imagem preferida é deitada numa cadeira em biquini, com um cocktail a ver o mar.

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11
Ago21

Perfeito jardim

Lune

Jardim, sublime que se enche de cor e perfume.

Encanta quem passa e quem fica. Fica na memória de qualquer um.

É magnifico, simplesmente magnífico...

fica perto de mim.

Houvesse assim muitos jardins em todo lado

inundando tudo com os seus perfumes.

Esse lugar tão perfeito existe no meu imaginário, 

recanto da minha alma sonhadora.

11
Ago21

Gratidão

Lune

Ferida que dói e arranca tudo por dentro.

A imensidão da dor feita por gente.

A solidão é imensa e arrasa um coração sózinho.

Felizmente os tempos mudam, o tempo passa e o amor surge.

Surge amores, amizades, corações cheios de amor para dar.

Compreendo a solidão, sei o que é isso...

mas hoje a vida é diferente e colorida

A alegria veio ter comigo e permanece.

Obrigada, sou muito grata!!!!

 

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10
Ago21

Na natureza, na terra, no mar

Lune

Coração cheio de amor, cheio de luz enraizada. Procuro ser alma de outro mundo, tocar na alma dos outros através da energia e das palavras. O céu azul e o mar cai em mim num lugar sereno, longe do ruido e da multidão. A luz so sol suave na minha pele me acaricia e me me toca na alma. Floresce o amor por tudo o que existe de natural e coloco os pés na terra, na areia para sentir aquela ligação à terra, uma ligação que parece ser algo do infinito cheio de raízes que limpa a nosso ser de tudo o que faz mal.

Permaneço nisto tudo, em silêncio, de olhos fechados contemplando o vazio do tempo que urge, passa assim numa tranquilidade maravilhosa...

 

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10
Ago21

Conto para quem gosta de gatos

Lune

Olá, a todos os leitores! 

Venho-vos apresentar a família Antunes, composta pela mãe Regina, o pai Manuel e os filhos Margarida e Ismael.  

Amanheceu! 

Bem cedo, toda a família, partiu para casa de uns amigos. Pela viagem passaram por muitas terras e chegaram bem cedo a casa dos pais de Lili. Ismael e Margarida adoram os pais da pequena Lili e também gostam muito de Lili, principalmente das brincadeiras que tinham todos juntos. Quando chegaram à pequena quintinha dos Malmequeres vieram logo muitos gatinhos ter com eles.

Olá meninos! Que bonitos estão vocês!!! 

- Disse Francisca, mãe de Lili que se apressou a beijar e abraçar todos. Augusto, pai de Lili foi logo de seguida cumprimentar todos os amigos. 

Os gatinhos não os largavam e um deles, pretinho, saltou para o colo de Margarida. 

-  Que fofinho! Disse Margarida muito feliz ao abraçá-lo. 

- Oh, querida podes ficar com ele. Disse Augusto que percebeu como o gatinho simpatizou tanto com Margarida.

Pai, mãe posso ficar com ele? 

Os pais decidiram pensar e responder ao final do dia. Ismael também pegou numa gatinha amarelada e branca. Ficou apaixonado pela gatinha que já era um pouco maior que o pretinho e muito meiguinha. O pretinho parecia ser bem traquinas.

- Então, filho! Gostas muito dessa gatinha? 

- Perguntou o pai, já preocupado, porque se levasse o gatinho, tinha de levar também a gatinha. 

- Gosto muito dela!!! Será que pudemos ficar com ela também? 

- Vamos falar e pensar, quando formos embora digo-vos. 

Os amigos estavam a preparar um almoço delicioso, com peixe muito bom, assado no forno. Os miúdos foram fazer um bolo de iogurte.  Começaram por deitar os três ovos para dentro de uma taça grande, um iogurte de cocô, usaram o copo do iogurte para encher três vezes de farinhas e juntar à massa do bolo. Depois encheram o mesmo copo de iogurte com o açúcar uma vez e mais meia. Deitaram o açúcar para a massa e por fim juntaram, uma colher de sobremesa de fermento em pó para bolos. Vai de mexer muito bem a massa e já está.  

Ora, estava na altura de untar a forma do bolo que tem um buraco com um pouco de manteiga e polvilhar com farinha. Ao colocarem a massa do bolo na forma, provaram a massa e estava deliciosa. Assim, foi o bolo ao forno durante uns vinte e cinco minutos e depois do almoço, comeram umas boas fatias. Ficaram muito contentes pois estava muito bem feito e delicioso. 

Brincaram bastante, os três pequenos e ao fim do dia, Margarida e Ismael, pensaram:

" ... então e os gatinhos iam também?” 

Os pais fizeram um acordo com as crianças, se cuidassem bem dos gatinhos poderiam ficar com eles, mas ao fim de uma semana se não tratassem deles, os gatos regressavam à quintinha dos Malmequeres. 

 

Cuidaram bem dos gatos e ao fim de uma semana, já faziam parte da família. Becas e Félix, eram os seus nomes.  

De manhã, davam comida, água e limpavam os caixotes de areia, onde os gatinhos faziam as suas necessidades. À tarde, verificavam tudo outra vez. Os gatinhos tinham de ter sempre água para beber e comida davam de manhã e à tarde. A areia também tinha de ser limpa todos os dias. Tirando a areia suja, com uma pequena pá. 

Os gatinhos precisam raspar as unhas e então tinham um tapete só para eles brincarem e passarem com as unhas. Por vezes partiam alguns objetos e então os meninos repreendia-os e diziam que ali não. Os gatinhos aprenderam rápido o que era, não faz isso... 

Muito carinhosos, gostavam muito dos dois gatos e os gatos gostavam muito dos garotos. Divertiam-se muito e faziam muita companhia uns aos outros.  

Ismael procurou pela Becas por todo o lado pois por vezes, a gatinha gostava de sair para fora de casa. De certeza que andava a ver se caçava algum animal, pois os gatos gostam de apanhar alguns bichinhos pequenos para comer. As horas foram passando e ao fim do dia, não apareceu. 

A família preocupada, foi procurar pelas ruas e no quintal perto de casa, mas nada. Que tristeza ficaram as crianças.  Foi complicado para os pais verem tanta tristeza, no olhar das crianças. 

Assim decidiram pedir ajuda aos amigos que partilhassem nas redes sociais o desaparecimento da Becas com uma foto da pequena gata. Assim, foi. 

Os dias passaram e não souberam de nada.  A gata tinha mesmo desaparecido... 

Bem longe de casa de Ismael, Becas tinha encontrado uma nova casa. Um senhor de idade avançada deu-lhe comer e água. Acarinhou-a e adorava-a. Ele, não tinha família, vivia sozinho e era agricultor. 

Agora o senhor António chamava a gatinha Nina, de menina. Faziam companhia um ao outro.  

Um dia, o senhor António estava na horta e chamou, a Nina. Com ela veio uma senhora que lhe disse: 

-Bom dia amigo! Venho lhe perguntar se por acaso não viu o meu Tareco. É que ele costuma andar por aqui com outros gatos. 

O senhor António ficou admirado e respondeu que não. Não tinha visto outros gatos.

- Sabe... eu, há muito que lhe queria falar, mas não tinha coragem. 

- Pois, porquê? Perguntou António. 

- Queria lhe comprar umas coisinhas da horta e também porque vivo, sozinha. 

Muito tímido, o senhor António pegou numas couves e cebolas e deu à senhora. 

- Leve e pode vir cá quando quiser, que tenho muita coisa na horta. 

A senhora Amélia ficou muito feliz e deu um aperto de mão ao senhor António que ofereceu os legumes e disse para que a senhora Amélia, lá voltasse. 

Os gatinhos brincavam por ali e já era costume andarem por ali numa correria. A partir daquele dia ficaram muito amigos, o senhor António e a senhora Amélia.  

 Becas, a gatinha do Ismael vivia feliz, mas o menino tinha imensas saudades pois nunca mais a encontrou. Ismael pediu muito para que ela regressasse. Olhava o céu e pedia com todo o carinho. Recordava as brincadeiras da gatinha e vi-a as fotos tiradas com ela. 

Algo muito bom, iria acontecer. Alguém nos céus, atendeu o pedido de Ismael e perto de casa, o senhor António e a senhora Amélia andavam a passear com os gatinhos. 

Becas traquinas fugiu, apercebeu-se do lugar e correu para o quintal dos meninos. Ismael chorou de alegria. 

- Becas!!! 

Disseram os meninos ao mesmo tempo quando se aperceberam que finalmente, a gatinha tinha encontrado e regressado a casa. 

O senhor António e a senhora Amélia foram de seguida atrás da gata.  Viram como os meninos estavam emocionados e perguntaram:

- Essa gata é vossa? 

- Procuramos por toda a parte e já pensávamos que nunca mais, a iriamos ver. 

Que felicidade de Ismael e Margarida. Convidaram o casal para comer qualquer coisa e contarem como a encontraram. 

Foi grande a alegria de todos e ficaram grandes amigos para a vida. A Becas conseguiu unir as crianças ao senhor António e à senhora Amélia que mais tarde juntaram os seus trapinhos e fizeram uma festa com todos os amigos, inclusive aos gatinhos. 

 

Fim 

 

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